Liga do Santo Rosário

“Um por todos e todos por um! O Brasil para Nossa Senhora!

Por Marcos Luiz Garcia

Uma luta que é sagrada, a defesa da Causa de Deus! Sim, todos os seres humanos foram criados e remidos por Ele, mas vivenciamos o maior complô da História contra Ele. Isso torna a nossa combatividade católica mais necessária do que nunca.

Um fato que manifestou uma suma indiferença contra Deus foi o Carnaval, que significa festa da carne, porque desde o início ele foi criado para se comer carne como despedida antes da grande
abstinência da quaresma.
Mas hoje o Carnaval virou a Festa do Pecado. Pecado de todo gênero: Primeiramente o nudismo praticado hipocritamente com o cinismo: É isso mesmo, não tem nada de mais. Maridos e pais aceitam que sua esposa e filhas se mostrem quase completamente nuas. E eles mesmos se mostram em trajes escandalosamente impuros. Peca-se por maus olhares e maus pensamentos à vontade.
Estamos muito além do que estavam Sodoma e Gomorra. É evidente que às ocultas acabam sendo cometidos adultérios,
incestos e pecados contra o sexto Mandamento em número incontável. Daí advem gravidezes indesejadas provocando abortos sem conta. A verdadeira causa dos abortos são os atos sexuais praticados sem desejo de ter filhos.
As propagandas se servem do nudismo e da libertinagem carnavalescos para promoverem produtos escusos os mais variados.
Outro aspecto pecaminoso é a suma extravagância de muitos foliões. Numa ufania por ostentar a loucura, ou seja, a
irracionalidade, praticam as cenas mais grotescas.
Consideremos também quanto apoio esse ritual diabólico recebe de autoridades públicas, de ricassos corruptos, de “Epsteins” os mais variados.
Outro pecado enorme é a omissão de preparar o povo com antecedência nas homilias das igrejas, advertindo de que tais
comportamentos constituem pecado mortal gravíssimo.
Há igrejas que, para não perder “clientes” oferecem aos “fiéis” um meio termo entre a virtude autêntica e o pecado declarado, mas não criam neles o senso moral profundo e sincero ante conciliar. A questão da indumentária é uma mera questão de circunstância. Faz lembrar o dito por Nossa Senhora em La Salette, na França no século XIX: “…o clero se transformou numa cloaca de impureza!”. É forte!
Felizmente existem os clérigos heróicos da pureza, ezímios na fidelidade ao voto de castidade. Pena que não sejam a maioria…
Tudo isso somado, mais a carga de corrupção moral incomensurável emanada via internet, tornam o nosso mundo um
imenso complo contra Deus, porque se lançam explicitamente, contra Sua santa Lei, da qual ele disse que não subtrairia nenhum “j”.
Na realidade o Carnaval se tornou um sabbath lançado em face contra a bondade e a justiça de Deus.
Não faltam nem alegorias que honram explicitamente o demônio. Há folionas que colocam chifres na cabeça. E todos, tanto passistas quanto assistentes, aplaudem freneticamente. 

Diante de tudo isso nos colocamos a pergunta que não pode
calar: Qual a consequência de tudo isso?
Imagine se somarmos a isso que em Roma está uma disputa acirradíssima se haverá um grande cisma na Igreja ou não. Que a não muito tempo uma representação de mil e quatrocentos homossexuais fora recebidos no Vaticano etc.
Lembro aqui uma visão que a Irmã Lúcia, uma das videntes de Fátima escreveu em seu diário espiritual o livro Um Caminho Sob o Olhar de Maria dela (páginas 266 e 267): “E senti o espírito inundado por um mistério de luz que é Deus e
N’Ele vi e ouvi, — A ponta da lança como chama que se desprende, toca o eixo da terra, — Ela estremece: montanhas, cidades, vilas e aldeias com os seus moradores são sepultados. O mar, os rios e as nuvens saem dos seus limites, transbordam, inundam e arrastam consigo num redemoinho, moradias e gente em número que não se pode contar, é a purificação do mundo pelo pecado em que se mergulha. O ódio, a ambição provocam a guerra destruidora!

Depois senti no palpitar acelerado do coração e no meu espírito o eco de uma voz suave que dizia:
— No tempo uma só Fé, um só batismo, uma só Igreja, Santa, Católica, Apostólica. Na eternidade, o Céu! Esta palavra Céu encheu a minha alma de paz e felicidade, de tal forma que quase sem me dar conta, fiquei repetindo por muito tempo: — O Céu! O Céu! Apenas passou a maior força do sobrenatural, fui escrever e fi-lo sem dificuldade, no dia 3 de janeiro de 1944, de joelhos apoiada sobre a cama que me servia de mesa.”
Isso tudo posto, cabe lembrar com total confiança na vitória de Nossa Senhora a sua afirmação feita na segunda parte do Segredo: “Por fim, o meu Imaculado Coração triunfará!”

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